Em 15 de março de 2026, o mercado reage à manutenção de uma política que prioriza o preço em detrimento do volume, gerando consequências econômicas e políticas.
A OPEP+ anuncia novo corte na produção de petróleo, priorizando receitas mais altas em detrimento do volume, em um cenário de incertezas econômicas globais.
A Rota do Mar do Norte, controlada pela Rússia, surge como alternativa estratégica ao comércio de energia, desafiando a hegemonia europeia e redefinindo rotas globais.