Essa rivalidade, que se estende do Mar do Sul da China à inovação em inteligência artificial, força nações como o Brasil a um delicado equilíbrio diplomático.
Essa movimentação se traduz em pacotes de incentivo, transferências de tecnologia e, por vezes, em condições que podem comprometer a autonomia dos países produtores.
A recente pressão por acordos climáticos mais rígidos e a condicionamento de investimentos a práticas de sustentabilidade são exemplos claros dessa estratégia.